{"id":29161,"date":"2021-12-07T14:05:10","date_gmt":"2021-12-07T17:05:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amazoniasocioambiental.org\/radar\/caca-desmatamento-e-fogo-ameacam-oncas-na-maior-floresta-tropical-do-planeta\/"},"modified":"2021-12-07T14:05:34","modified_gmt":"2021-12-07T17:05:34","slug":"caca-desmatamento-e-fogo-ameacam-oncas-na-maior-floresta-tropical-do-planeta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/radar\/caca-desmatamento-e-fogo-ameacam-oncas-na-maior-floresta-tropical-do-planeta\/","title":{"rendered":"Ca\u00e7a, desmatamento e fogo amea\u00e7am on\u00e7as na maior floresta tropical do planeta"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: right;\"><strong>Infoamaz\u00f4nia<\/strong><br \/>\n<strong><span class=\"byline\"> <span class=\"author vcard\"><a class=\"url fn n\" href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/author\/aldem-bourscheit\/\">Aldem Bourscheit<\/a><\/span><\/span><\/strong><br \/>\n<strong>07 de dezembro de 2021<\/strong><br \/>\n<strong>Amaz\u00f4nia brasileira<\/strong><\/p>\n<h3 class=\"post-excerpt\" style=\"text-align: center;\"><em>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal quer penas mais duras para quadrilha que matava felinos no Acre. Ningu\u00e9m foi preso. Na Amaz\u00f4nia, cerca de 350 animais por ano s\u00e3o mortos ou deslocados por a\u00e7\u00f5es humanas<\/em><\/h3>\n<div class=\"entry-content\">\n<p>Popula\u00e7\u00f5es do felino mais poderoso das Am\u00e9ricas est\u00e3o amea\u00e7adas mesmo na maior floresta tropical do planeta. Na Amaz\u00f4nia, as on\u00e7as-pintadas s\u00e3o mortas e afugentadas por ca\u00e7adas, tr\u00e1fico, desmatamento e queimadas. Pesquisadores apontam que a\u00e7\u00f5es humanas ampliam os preju\u00edzos \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) pediu em novembro a revis\u00e3o das condena\u00e7\u00f5es por <a href=\"http:\/\/www.mpf.mp.br\/ac\/sala-de-imprensa\/docs\/denuncia-crimes-contra-fauna-acre.pdf\">ca\u00e7a<\/a> de animal amea\u00e7ado de extin\u00e7\u00e3o e uso ilegal de <a href=\"http:\/\/www.mpf.mp.br\/ac\/sala-de-imprensa\/docs\/denuncia-armas-acre.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">armamento<\/a> para um grupo de matadores de on\u00e7as no Acre. Ningu\u00e9m foi preso pela associa\u00e7\u00e3o criminosa. O \u00f3rg\u00e3o tamb\u00e9m instaurou uma a\u00e7\u00e3o civil pedindo indeniza\u00e7\u00f5es pelos danos \u00e0 biodiversidade oriundos da matan\u00e7a de animais. Agora, est\u00e1 nas m\u00e3os do Tribunal Regional Federal da 1\u00aa Regi\u00e3o (TRF1) a defini\u00e7\u00e3o de penas mais duras para o grupo.<\/p>\n<p>Para o procurador Humberto de Aguiar J\u00fanior, do MPF no Acre, a den\u00fancia traz provas cabais que os condenados organizavam ca\u00e7adas semanais, inclusive pagas por fazendeiros cujo gado foi alvo dos felinos. Em 11 epis\u00f3dios anotados apenas em tr\u00eas meses pela Pol\u00edcia Federal, foram abatidas oito on\u00e7as, 13 capivaras, 10 catetos e dois veados-mateiros. O bando atra\u00eda os felinos com esturradores (instrumentos que imitam o som da on\u00e7a) e com carne e carca\u00e7as de animais (uma pr\u00e1tica conhecida como ceva). Os abates eram apoiados por cachorros e armamento pesado. \u201cMas o <a href=\"http:\/\/www.mpf.mp.br\/ac\/sala-de-imprensa\/docs\/sentenca-cacadores\">juiz entendeu<\/a> que apenas cinco ca\u00e7adas foram confirmadas, mesmo com trocas de mensagens organizando os ataques e de fotos com animais sendo mortos\u201d, disse.<\/p>\n<p>O dentista Tem\u00edstocles Barbosa Freire, o m\u00e9dico G\u00edlson D\u00f3ria de Lucena J\u00fanior, o agente penitenci\u00e1rio Gisleno Jos\u00e9 Oliveira de Ara\u00fajo S\u00e1, o agricultor Gilvan Souza Nunes e o vaqueiro Sebasti\u00e3o J\u00fanior de Oliveira Costa foram condenados a pagar multas e pris\u00e3o de seis meses a tr\u00eas anos, em regime aberto. O servidor do Judici\u00e1rio Sin\u00e9zio Adriano de Oliveira J\u00fanior e o eletricista Manoel Alves de Oliveira foram absolvidos. As investiga\u00e7\u00f5es indicam que Tem\u00edstocles teria matado mais de mil on\u00e7as, ao longo de tr\u00eas d\u00e9cadas.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-pullquote alignwide is-style-jeo\">\n<blockquote><p><em><strong>Crimes ambientais geralmente t\u00eam penas baixas no Brasil. \u00c9 dif\u00edcil imaginar que criminosos com tal perfil mudem de comportamento se a legisla\u00e7\u00e3o gera consequ\u00eancias t\u00e3o brandas para suas vidas. As on\u00e7as s\u00e3o parte da diversidade biol\u00f3gica brasileira, uma riqueza irrecuper\u00e1vel se for extinta.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><em><strong><cite>Humberto de Aguiar J\u00fanior, procurador no MPF\/Acre<\/cite><\/strong><\/em><\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p>\u201cCrimes ambientais geralmente t\u00eam penas baixas no Brasil. \u00c9 dif\u00edcil imaginar que criminosos com tal perfil mudem de comportamento se a legisla\u00e7\u00e3o gera consequ\u00eancias t\u00e3o brandas para suas vidas. As on\u00e7as s\u00e3o parte da diversidade biol\u00f3gica brasileira, uma riqueza irrecuper\u00e1vel se for extinta\u201d, destacou o procurador Aguiar J\u00fanior. N\u00e3o h\u00e1 prazo para o julgamento da quest\u00e3o pelo TRF1, que atende metade dos estados brasileiros e o Distrito Federal.<\/p>\n<h3 id=\"h-amazonia-e-ainda-reduto-de-felinos\">Amaz\u00f4nia \u00e9 ainda reduto de felinos<\/h3>\n<p>Uma an\u00e1lise publicada <a href=\"https:\/\/conbio.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1111\/csp2.477\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">em junho na revista<\/a> <em>Conservation Science and Practice<\/em> indica que, entre 2016 e 2019, 1.422 on\u00e7as-pintadas foram mortas ou afugentadas dos locais onde viviam pela derrubada e queima de florestas na Amaz\u00f4nia Legal. A m\u00e9dia anual \u00e9 de 355 animais afetados. L\u00edderes em desmate e queimadas para formar pastagens para gado e lavouras de soja, Par\u00e1 e Mato Grosso s\u00e3o os estados onde os felinos foram mais prejudicados.<\/p>\n<p>Para somar as on\u00e7as afetadas, os cientistas usaram alertas para desmatamentos e queimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e estudos que apontam a m\u00e9dia de animais em florestas das Am\u00e9ricas do Sul e Central.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-pullquote alignright has-background is-style-solid-color\">\n<blockquote class=\"has-text-color\">\n<h4>1.422 on\u00e7as-pintadas foram mortas ou afugentadas dos locais onde viviam pela derrubada e queima de florestas na Amaz\u00f4nia Legal entre 2016 e 2019.<\/h4>\n<p>A m\u00e9dia anual \u00e9 de 355 animais afetados.<\/p>\n<p><strong><cite>Fonte: estudo publicado <em>Conservation Science and Practice<\/em> (junho\/2021)<\/cite><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p>As derrubadas na Amaz\u00f4nia brasileira voltaram a subir desde 2015. De agosto de 2020 a julho deste ano, foram estimadas em 13,2 mil km<sup>2<\/sup>. Apenas de janeiro a outubro de 2021, j\u00e1 foram\u00a09,7 mil km<sup>2<\/sup> desmatados, equivalente a mais de seis vezes a \u00e1rea da cidade de S\u00e3o Paulo e 33% superiores ao verificado no per\u00edodo anterior, <a href=\"https:\/\/imazon.org.br\/imprensa\/desmatamento-na-amazonia-cresceu-33-de-janeiro-a-outubro-em-relacao-ao-ano-passado\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mostrou<\/a> o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon).<\/p>\n<p>As queimadas na Amaz\u00f4nia igualmente batem recordes no governo de Jair Bolsonaro. J\u00e1 passaram de 71 mil focos de calor este ano. Conforme o MapBiomas, os estados do Mato Grosso, Par\u00e1 e Tocantins foram os que <a href=\"https:\/\/mapbiomas.org\/a-cada-ano-brasil-queima-area-maior-que-a-inglaterra\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mais queimaram<\/a> florestas e outros tipos de vegeta\u00e7\u00e3o nativa entre 1985 e 2020.<\/p>\n<p>\u201cA situa\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m preocupa no Maranh\u00e3o e em Rond\u00f4nia, onde o deslocamento dos animais para regi\u00f5es preservadas \u00e9 prejudicado pela pouca floresta que sobrou fora de \u00e1reas protegidas. O Amazonas, mais conservado, pode estar servindo de basti\u00e3o para felinos migrando de outras regi\u00f5es\u201d, destacou Jorge Fernando Saraiva, do departamento de Ecologia da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e co-autor do estudo.<\/p>\n<p>Mas dados recentes do Inpe <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/11\/19\/desmatamento-amazonia-aumento-maior-15-anos-prodes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">apontam que o Amazonas <\/a>se tornou o segundo estado que mais desmata a Amaz\u00f4nia, superando a posi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica de Rond\u00f4nia. Pesa nessa conta a implanta\u00e7\u00e3o de um polo do agroneg\u00f3cio que fez disparar a grilagem de terras e as derrubadas no sul do Amazonas e em por\u00e7\u00f5es vizinhas de Rond\u00f4nia e do Acre, como <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/10\/29\/polo-agropecuario-oeste-amazonia-epicentro-desmatamento\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mostrou o InfoAmazonia e o PlenaMata.<\/a><\/p>\n<p>\u201cIsso pode concentrar animais em certas \u00e1reas e aumentar a competi\u00e7\u00e3o e os conflitos por alimentos e f\u00eameas, prejudicando a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie\u201d, avaliou o bi\u00f3logo Emiliano Esterci Ramalho. Seus estudos na Reserva Mamirau\u00e1 mostram que on\u00e7as se abrigam no <a href=\"https:\/\/esajournals.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/10.1002\/ecy.3286\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">topo das \u00e1rvores<\/a> nas cheias e que, na seca, cobrem at\u00e9 200 km<sup>2<\/sup> para se alimentar e acasalar.<\/p>\n<p>Ampliar e manter \u00e1reas protegidas e corredores ecol\u00f3gicos em terras p\u00fablicas e privadas s\u00e3o medidas que podem formar \u2018rotas de fuga\u2019 para os felinos. Reduzir permiss\u00f5es para desmatamento, refor\u00e7ar a fiscaliza\u00e7\u00e3o e dar um destino sustent\u00e1vel a terras devolutas na Amaz\u00f4nia s\u00e3o outras medidas para garantir o futuro das on\u00e7as e outras esp\u00e9cies, ressaltou Saraiva, do departamento de Ecologia da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul.<\/p>\n<p>De acordo com o balan\u00e7o de especialistas publicado na <em>Conservation Science and Practice, <\/em>h\u00e1 cerca de 79 mil on\u00e7as na Amaz\u00f4nia brasileira. As press\u00f5es sobre o felino s\u00e3o ainda maiores no pa\u00eds, onde a esp\u00e9cie j\u00e1 est\u00e1 <a href=\"https:\/\/www.icmbio.gov.br\/portal\/faunabrasileira?id=6132:especie-6132\">vulner\u00e1vel \u00e0 extin\u00e7\u00e3o<\/a>. O relat\u00f3rio da Ag\u00eancia dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional e das ONGs Traffic e Uni\u00e3o Internacional para Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2020\/07\/27\/portugues-animais-selvagens-da-amazonia-abastecem-trafico-internacional-denuncia-novo-relatorio\/\">mostrou <\/a>que a Amaz\u00f4nia \u00e9 uma grande fonte e rota do tr\u00e1fico de vida selvagem. Esp\u00e9cies como on\u00e7as, tartarugas e peixes ornamentais foram os principais alvos de criminosos <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2020\/07\/27\/portugues-animais-selvagens-da-amazonia-abastecem-trafico-internacional-denuncia-novo-relatorio\/\">na regi\u00e3o entre 2012 e 2019<\/a>.<\/p>\n<p>O documento <a href=\"https:\/\/drive.google.com\/file\/d\/1VMQzWDXOZcyK0Ri7qsQf1DJWgHwloyE3\/view\">conta<\/a> pelo menos 30 apreens\u00f5es de partes de on\u00e7a-pintada (a maioria de peles, mas tamb\u00e9m presas e patas) na Amaz\u00f4nia brasileira em apenas cinco anos. Em 2016, o Ibama flagrou cabe\u00e7as, caveiras, couros e garras de 19 on\u00e7as na geladeira de um ca\u00e7ador em Curion\u00f3polis, no Par\u00e1. O felino tamb\u00e9m \u00e9 morto no Suriname, Bol\u00edvia, Peru e outros pa\u00edses amaz\u00f4nicos, inclusive para abastecer <a href=\"https:\/\/oeco.org.br\/reportagens\/caca-e-trafico-de-oncas-disparam-em-estados-bolivianos-na-fronteira-com-o-brasil\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">mercados ilegais<\/a> em pa\u00edses asi\u00e1ticos.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-pullquote alignwide is-style-jeo\">\n<blockquote><p><em><strong>A on\u00e7a ajuda a manter a floresta, e a floresta preservada ajuda a on\u00e7a a se recuperar desses impactos. Por isso, os maiores entraves \u00e0 sua conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o o desmatamento e fragmenta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, associados ao enfraquecimento das leis e dos \u00f3rg\u00e3os ambientais.<\/strong><\/em><\/p>\n<p><strong><cite>Emiliano Esterci Ramalho, bi\u00f3logo e diretor no Instituto Mamirau\u00e1 (AM)<\/cite><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p>Casos como esses se multiplicam apesar do com\u00e9rcio global de qualquer item de on\u00e7as ser vetado pela Conven\u00e7\u00e3o sobre Com\u00e9rcio Internacional da Flora e Fauna Selvagens e em Perigo de Extin\u00e7\u00e3o, a <a href=\"http:\/\/www.ibama.gov.br\/cites-e-comercio-exterior\/cites\">Cites<\/a>, e da ca\u00e7a estar proibida no Brasil desde os anos 1960. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 do bi\u00f3logo carioca Emiliano Esterci Ramalho, que vive h\u00e1 quase duas d\u00e9cadas no Amazonas. Doutor em Ecologia e Conserva\u00e7\u00e3o da Vida Silvestre pela Universidade da Fl\u00f3rida, ele refor\u00e7a que os preju\u00edzos dos persistentes abates somados \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da floresta amea\u00e7am ainda mais o futuro do predador.<\/p>\n<p>\u201cA on\u00e7a ajuda a manter a floresta, e a floresta preservada ajuda a on\u00e7a a se recuperar desses impactos. Por isso, os maiores entraves \u00e0 sua conserva\u00e7\u00e3o s\u00e3o o desmatamento e a fragmenta\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia, associados ao enfraquecimento das leis e \u00f3rg\u00e3os ambientais\u201d, descreveu.<\/p>\n<p>O pesquisador atua na Reserva de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel Mamirau\u00e1 (AM). Na \u00e1rea h\u00e1 cerca de mil on\u00e7as, mais do que em toda a Mata Atl\u00e2ntica e Caatinga. \u201cTecnologias e conhecimento j\u00e1 est\u00e3o dispon\u00edveis para que a Amaz\u00f4nia tenha um desenvolvimento realmente sustent\u00e1vel, menos dependente do desmatamento e do fogo. A ci\u00eancia deu suas respostas para isso, mas o Brasil vive \u2018preso no passado\u2019 por falta de vontade pol\u00edtica\u201d, destacou o pesquisador.<\/p>\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n<p><em>Reportagem do InfoAmazonia para o projeto <\/em><a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/\"><em>PlenaMata<\/em><\/a><em>.<\/em><\/p>\n<\/div>\n<footer class=\"entry-footer\"><span class=\"tags-links\"><strong><em>Texto original dispon\u00edvel em:<\/em> <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/12\/07\/caca-desmatamento-fogo-ameacam-oncas-amazonia\/\">https:\/\/infoamazonia.org\/2021\/12\/07\/caca-desmatamento-fogo-ameacam-oncas-amazonia\/<\/a><\/strong><br \/>\n<\/span><\/footer>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3 class=\"entry-title \" style=\"text-align: center;\"><em>\u00a0<\/em><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Infoamaz\u00f4nia Aldem Bourscheit 07 de dezembro de 2021 Amaz\u00f4nia brasileira O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal quer penas mais duras para quadrilha que matava felinos no Acre. Ningu\u00e9m foi preso. Na Amaz\u00f4nia, cerca de 350 animais por ano s\u00e3o mortos ou deslocados por a\u00e7\u00f5es humanas Popula\u00e7\u00f5es do felino mais poderoso das Am\u00e9ricas est\u00e3o amea\u00e7adas mesmo na maior&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":333,"featured_media":29157,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[],"class_list":["post-29161","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-radar","category-3","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/333"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29161"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29161\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":29164,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29161\/revisions\/29164"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media\/29157"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}