{"id":32936,"date":"2022-01-14T16:04:26","date_gmt":"2022-01-14T19:04:26","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.amazoniasocioambiental.org\/radar\/ong-e-governos-se-unem-para-evitar-monoculturas-de-acai-e-cacau-no-para\/"},"modified":"2022-04-26T17:09:50","modified_gmt":"2022-04-26T20:09:50","slug":"ong-e-governos-se-unem-para-evitar-monoculturas-de-acai-e-cacau-no-para","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/en\/radar\/ong-e-governos-se-unem-para-evitar-monoculturas-de-acai-e-cacau-no-para\/","title":{"rendered":"ONG e governos se unem para evitar monoculturas de a\u00e7a\u00ed e cacau no Par\u00e1"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-subhead\">\n<div class=\"entry-meta\">\n<div class=\"author-partner\" style=\"text-align: right;\"><strong>InfoAmaz\u00f4nia<\/strong><br \/>\n<strong><span class=\"byline\"><span class=\"author vcard\">Aldem Bourscheit<\/span> <\/span><\/strong><\/div>\n<div class=\"author-partner\">\n<div class=\"post-date\" style=\"text-align: right;\"><strong> 14 de janeiro de 2022<\/strong><br \/>\n<strong>Amaz\u00f4nia brasileira<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<article id=\"post-123721\" class=\"post-123721 post type-post status-publish format-standard has-post-thumbnail hentry category-brasil category-plenamata category-noticias-pt category-sustainable-products-pt tag-acai-2 tag-cacau tag-monocultura tag-plenamata tag-sistemas-agroflorestais partner-plenamata entry\">\n<div class=\"entry-content\">\n<h3 style=\"text-align: center;\"><em>Produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed saltou 40% desde 2015. Autoridades e especialistas est\u00e3o preocupados com o avan\u00e7o da demanda e querem garantir que cultivos sejam sustent\u00e1veis.<\/em><\/h3>\n<p>O extrativismo e os plantios de a\u00e7a\u00ed e cacau dispararam no Par\u00e1 para atender \u00e0 demanda crescente no Brasil e no exterior. A situa\u00e7\u00e3o amplia a preocupa\u00e7\u00e3o de ambientalistas e autoridades de que os cultivos dos produtos t\u00edpicos da floresta n\u00e3o virem monoculturas e contribuam com a destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia.<br \/>\nMaior produtor de a\u00e7a\u00ed do pa\u00eds, o Par\u00e1 comercializou em 2020 mais de R$ 908 milh\u00f5es em a\u00e7a\u00ed e seus derivados, como palmito, polpas, p\u00f3 e sucos. Cerca de 130 mil produtores est\u00e3o envolvidos. Os n\u00fameros s\u00e3o do governo paraense. Pouco mais de um quinto da produ\u00e7\u00e3o foi exportada. O consumo interno \u00e9 concentrado em estados do Sudeste, no pr\u00f3prio Par\u00e1, Distrito Federal e Cear\u00e1.<br \/>\nO Par\u00e1 responde por 94% da produ\u00e7\u00e3o nacional de a\u00e7a\u00ed. Logo atr\u00e1s est\u00e3o o Amazonas, com 5%, e a Bahia, com menos de 0,5%. A produ\u00e7\u00e3o paraense \u00e9 sobretudo extrativista, em munic\u00edpios como Igarap\u00e9-Mirim, Camet\u00e1 e Abaetetuba \u2013 todos pr\u00f3ximos ao emaranhado de ilhas junto \u00e0 foz do rio Amazonas. Cultivos agroflorestais, associados ao cacau e a outras plantas nativas, atendem 20% da demanda pelo a\u00e7a\u00ed.<\/p>\n<\/div>\n<p><iframe id=\"datawrapper-chart-FH6HN\" style=\"width: 0; min-width: 100% !important; border: none;\" title=\"Os munic\u00edpios que mais produzem a\u00e7a\u00ed e cacau no Par\u00e1\" src=\"https:\/\/datawrapper.dwcdn.net\/FH6HN\/3\/\" height=\"786\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" aria-label=\"Map\"><\/iframe><script type=\"text\/javascript\">!function(){\"use strict\";window.addEventListener(\"message\",(function(e){if(void 0!==e.data[\"datawrapper-height\"]){var t=document.querySelectorAll(\"iframe\");for(var a in e.data[\"datawrapper-height\"])for(var r=0;r<t.length;r++){if(t[r].contentWindow===e.source)t[r].style.height=e.data[\"datawrapper-height\"][a]+\"px\"}}}))}();<\/script><\/p>\n<div class=\"entry-content\">\u201cO fruto faz parte da cesta b\u00e1sica do paraense, que o consome diariamente, e gera renda do n\u00edvel local ao internacional\u201d, destacou Geraldo Tavares, da Ger\u00eancia Executiva de Fruticultura da Secretaria de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio e da Pesca do Par\u00e1.<br \/>\nDe 2015 a 2021, a produ\u00e7\u00e3o estadual saltou de 1 milh\u00e3o de toneladas para 1,4 milh\u00e3o de toneladas (40% em 6 anos). Garantir que esse crescimento ocorra de forma sustent\u00e1vel, sem danificar a floresta ou reduzir as fontes de renda de popula\u00e7\u00f5es rurais, desafia entidades civis, governos, pesquisadores e setor privado, descreve Eug\u00eanio Pantoja, diretor de Pol\u00edticas P\u00fablicas e Desenvolvimento Territorial da ONG Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam).<br \/>\nH\u00e1 um receio de ambientalistas e governo que o a\u00e7a\u00ed e o cacau paraense virem monoculturas como j\u00e1 ocorre na Bahia. \u201cQueremos manter a produ\u00e7\u00e3o em sistemas agroflorestais e n\u00e3o em monoculturas, como ocorre na Bahia. Isso manter\u00e1 a integridade dos ecossistemas, a biodiversidade e as fontes de renda da agricultura familiar. Maior produ\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m pode ser obtida com a recupera\u00e7\u00e3o de passivos florestais (\u00e1reas que precisam ser recuperadas por desmate ilegal) com culturas de cacau, algo permitido no Par\u00e1\u201d, destacou o diretor no Ipam. \u201cSe a cadeia do a\u00e7a\u00ed for dominada por monoculturas e grandes ind\u00fastrias, a floresta pode ser desmatada e comunidades extrativistas e agricultores familiares podem perder seu sustento. Esses modelos atuais mant\u00eam modos de vida tradicionais e tamb\u00e9m s\u00e3o uma alternativa \u00e0 soja e ao boi\u201d.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-pullquote alignwide is-style-jeo\">\n<blockquote><p><em>Se a cadeia do a\u00e7a\u00ed for dominada por monoculturas e grandes ind\u00fastrias, a floresta pode ser desmatada e comunidades extrativistas e agricultores familiares podem perder seu sustento. Esses modelos atuais mant\u00eam modos de vida tradicionais e tamb\u00e9m s\u00e3o uma alternativa \u00e0 soja e ao boi.<\/em><br \/>\n<strong><cite>Eug\u00eanio Pantoja, diretor no Ipam<\/cite><\/strong><\/p><\/blockquote>\n<\/figure>\n<p>A procura explosiva pelo a\u00e7a\u00ed fez seu pre\u00e7o disparar. Produtos com base no chamado \u201couro roxo\u201d s\u00e3o muito consumidos em centros urbanos pela associa\u00e7\u00e3o com a melhoria da sa\u00fade. Em menos de oito anos, o valor cobrado em cidades paraenses subiu 200%, onde um litro de polpa \u00e9 vendido por at\u00e9 R$ 30. A lucratividade anual por hectare pode <a href=\"https:\/\/www.futuribles.com\/media\/uploads\/futuribles_pt_ed_02_.pdf\">chegar a US$ 1.500<\/a>, hoje cerca de R$ 8,3 mil.<br \/>\n\u201cCustos crescem na entressafra, de janeiro a meados de julho, e tamb\u00e9m por quedas produtivas por influ\u00eancia clim\u00e1tica. Uma alternativa estimulada por programas do governo para manter a produ\u00e7\u00e3o \u00e9 o plantio em terra firme com irriga\u00e7\u00e3o, que tem alta rentabilidade e rendimento\u201d, descreveu Tavares.<br \/>\nJunto ao governo paraense e com recursos da Ag\u00eancia Francesa de Desenvolvimento, o Ipam est\u00e1 detalhando quantidades e qualidade da cadeia produtiva de a\u00e7a\u00ed no estado. O trabalho deve ser fechado este ano e avaliar\u00e1 at\u00e9 a situa\u00e7\u00e3o de pelo menos 2 mil \u201cbatedores de a\u00e7a\u00ed\u201d, comerciantes que compram, processam e vendem diretamente o a\u00e7a\u00ed para os consumidores.<br \/>\n\u201cOs registros formais, de \u00f3rg\u00e3os federais ou estaduais, n\u00e3o correspondem \u00e0 realidade. A produ\u00e7\u00e3o \u00e9 muito maior\u201d, afirmou Pantoja. Segundo ele, com melhores informa\u00e7\u00f5es ser\u00e1 poss\u00edvel definir pol\u00edticas p\u00fablicas para que a produ\u00e7\u00e3o cres\u00e7a de forma sustent\u00e1vel.<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery alignwide columns-2 is-cropped\">\n<ul class=\"blocks-gallery-grid\">\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\n<figure><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-123718\" src=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-1024x768.jpeg\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" srcset=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-300x225.jpeg 300w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-768x576.jpeg 768w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-1200x900.jpeg 1200w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-800x600.jpeg 800w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-400x300.jpeg 400w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-200x150.jpeg 200w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1-1568x1176.jpeg 1568w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1.jpeg 1600w\" alt=\"\" width=\"720\" height=\"540\" data-id=\"123718\" data-full-url=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/processamento-acai-1.jpeg\" data-link=\"https:\/\/infoamazonia.org\/processamento-acai-1\/\" \/><\/figure>\n<\/li>\n<li class=\"blocks-gallery-item\">\n<figure>\n<div id=\"attachment_123715\" style=\"width: 733px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-123715\" class=\"wp-image-123715\" src=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-768x1024.jpeg\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" srcset=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-225x300.jpeg 225w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-1152x1536.jpeg 1152w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-900x1200.jpeg 900w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-600x800.jpeg 600w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-300x400.jpeg 300w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-150x200.jpeg 150w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai-400x533.jpeg 400w, https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai.jpeg 1200w\" alt=\"\" width=\"723\" height=\"964\" data-id=\"123715\" data-full-url=\"https:\/\/infoamazonia.org\/wp-content\/uploads\/2022\/01\/distribuicao-acai.jpeg\" data-link=\"https:\/\/infoamazonia.org\/distribuicao-acai\/\" \/><p id=\"caption-attachment-123715\" class=\"wp-caption-text\">Projeto do Ipam est\u00e1 mapeando a cadeia produtiva do a\u00e7a\u00ed, desde sua comercializa\u00e7\u00e3o em feiras, processamento e distribui\u00e7\u00e3o. Foto: \u00a0Edivan Carvalho\/IPAM<\/p><\/div><\/figure>\n<\/li>\n<\/ul>\n<\/figure>\n<p>O projeto do Ipam tamb\u00e9m mapear\u00e1 a cadeia produtiva do cacau, que teve uma produ\u00e7\u00e3o de 145 mil toneladas em 2020. No mesmo ano, foram registrados 350 mil empregos diretos e indiretos associados \u00e0 essa cadeia no Par\u00e1. A produ\u00e7\u00e3o cresce 6% ao ano e est\u00e1 distribu\u00edda pelo estado. Na regi\u00e3o da Transamaz\u00f4nica (BR-230), os maiores produtores s\u00e3o Altamira, Anapu e Brasil Novo.<br \/>\nA ONG est\u00e1 detalhando os benef\u00edcios sociais e econ\u00f4micos do cacau e o potencial da planta para recuperar \u00e1reas degradadas usando sistemas agroflorestais. Isso trar\u00e1 mais renda para os produtores e vai gerar \u201cservi\u00e7os ecossist\u00eamicos\u201d como manter a floresta, fontes de \u00e1gua e vida selvagem.<br \/>\nDados de 2017 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) apontam que 620 mil hectares est\u00e3o plantados com cacau no Brasil, cultivados por quase 100 mil produtores. A cadeia cacaueira gera por volta de 300 mil empregos diretos e indiretos, e o valor bruto da produ\u00e7\u00e3o chega a <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/agricultura\/pt-br\/assuntos\/noticias\/cacau-sustentavel-do-para-se-destaca-na-qualidade-em-premiacoes-nacionais-e-internacional\">R$ 18 bilh\u00f5es anuais<\/a>. A fatia paraense da produ\u00e7\u00e3o nacional passou de 18% em 2005 para 53% em 2018.<br \/>\n\u201cO cacau \u00e9 muito importante para a gera\u00e7\u00e3o de renda da agricultura familiar em todo o Par\u00e1. Tamb\u00e9m \u00e9 valioso para a arrecada\u00e7\u00e3o de impostos, empregos diretos e indiretos. Isso tudo impacta positivamente a economia do estado e do pa\u00eds\u201d, completou Dulcimar de Melo e Silva, da Ger\u00eancia Executiva de Fruticultura da Secretaria de Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio e da Pesca do Par\u00e1.<\/p>\n<hr class=\"wp-block-separator\" \/>\n<p><em>Reportagem do InfoAmazonia para o projeto <a href=\"https:\/\/plenamata.eco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlenaMata<\/a>.<\/em>\n<\/div>\n<p><strong>Texto original dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/01\/14\/ong-contra-monoculturas-acai-cacau-para-amazonia\/\">https:\/\/infoamazonia.org\/2022\/01\/14\/ong-contra-monoculturas-acai-cacau-para-amazonia\/<\/a><\/strong><\/p>\n<\/article>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>InfoAmaz\u00f4nia Aldem Bourscheit 14 de janeiro de 2022 Amaz\u00f4nia brasileira Produ\u00e7\u00e3o do a\u00e7a\u00ed saltou 40% desde 2015. 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