{"id":5387,"date":"2018-07-19T11:24:43","date_gmt":"2018-07-19T14:24:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amazoniasocioambiental.org\/radar\/monitoramento-por-satelite-identifica-desmatamento-ilegal-de-26-mil-hectares-em-areas-cobertas-por-nuvens-em-mt\/"},"modified":"2018-07-30T14:03:39","modified_gmt":"2018-07-30T17:03:39","slug":"monitoramento-por-satelite-identifica-desmatamento-ilegal-de-26-mil-hectares-em-areas-cobertas-por-nuvens-em-mt","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/es\/radar\/monitoramento-por-satelite-identifica-desmatamento-ilegal-de-26-mil-hectares-em-areas-cobertas-por-nuvens-em-mt\/","title":{"rendered":"Monitoramento por sat\u00e9lite identifica desmatamento ilegal de 2,6 mil hectares em \u00e1reas cobertas por nuvens em MT"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=\u00bb5317&#8243; img_size=\u00bbfull\u00bb][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">Foto: Ibama<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>11 de Junho de 2018<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Ibama<\/strong><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Bras\u00edlia (11\/06\/2018) \u2013 Metodologia criada pelo Ibama em parceria com a Ag\u00eancia Japonesa de Explora\u00e7\u00e3o Aeroespacial (Jaxa) permitiu a detec\u00e7\u00e3o de 2,6 mil hectares desmatados ilegalmente no norte de Mato Grosso. A infra\u00e7\u00e3o foi confirmada durante inspe\u00e7\u00e3o realizada por agentes do Ibama e t\u00e9cnicos da Jaxa com drones para validar dados gerados por sat\u00e9lite. Quatro fazendas foram autuadas por destruir floresta nativa da Amaz\u00f4nia, \u00e1rea sujeita a regime especial de prote\u00e7\u00e3o. As multas totalizam R$ 13,7 milh\u00f5es.<\/p>\n<p>Em uma das propriedades, localizada entre Ita\u00faba (MT) e Cl\u00e1udia (MT), os 785 hectares desmatados estavam localizados em Reserva Legal, definida pela Lei n\u00b0 12.561\/2012 como \u00e1rea de propriedade ou posse rural com a fun\u00e7\u00e3o de assegurar o uso econ\u00f4mico dos recursos naturais, auxiliar a conserva\u00e7\u00e3o e a reabilita\u00e7\u00e3o dos processos ecol\u00f3gicos e promover a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade. Na Amaz\u00f4nia, os im\u00f3veis rurais devem manter no m\u00ednimo 80% da cobertura florestal nativa.<\/p>\n<p>Desenvolvida com apoio das ag\u00eancias de coopera\u00e7\u00e3o internacional brasileira (ABC) e japonesa (Jica), a metodologia que permitiu detectar o corte raso em Mato Grosso usa sat\u00e9lite com sensores de radar capazes de identificar altera\u00e7\u00f5es de cobertura vegetal atrav\u00e9s de nuvens. Esse conhecimento \u00e9 usado pela Jaxa para monitorar florestas tropicais em 77 pa\u00edses com o sat\u00e9lite ALOS-2. Dados obtidos a partir de 2016 apontam o desmatamento de aproximadamente 1,3 mil km\u00b2 em toda a Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Segundo o coordenador-geral substituto do Centro Nacional de Monitoramento e Informa\u00e7\u00f5es Ambientais do Ibama, Edson Sano, essa tecnologia, associada ao uso de servidores remotos na internet para processamento de dados, representa uma mudan\u00e7a de paradigma nas atividades de monitoramento da cobertura vegetal. \u201cOs desmatadores n\u00e3o t\u00eam como evitar a detec\u00e7\u00e3o do corte, mesmo em per\u00edodos de tempo fechado, em que as nuvens poderiam bloquear a vis\u00e3o do sat\u00e9lite\u201d, disse Sano.<\/p>\n<p>A tecnologia pode ser acessada pelo sistema JJ-FAST (http:\/\/www.eorc.jaxa.jp\/jjfast\/) e est\u00e1 dispon\u00edvel para todos os pa\u00edses da regi\u00e3o equatorial. Os dados s\u00e3o disponibilizados a cada 45 dias.<\/p>\n<p>O sat\u00e9lite ALOS-2 complementa o monitoramento realizado pelo Sistema de Detec\u00e7\u00e3o do Desmatamento na Amaz\u00f4nia Legal em Tempo Real (Deter-B) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que gera dados de monitoramento a cada 5 dias. Apesar da periodicidade menos frequente (45 dias), as imagens do ALOS-2 permitem identificar a supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o em \u00e1reas cobertas por nuvens.<br \/>\nOs dados oficiais de desmatamento por corte raso na Amaz\u00f4nia s\u00e3o gerados anualmente pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amaz\u00f4nia Legal (Prodes) do Inpe.<\/p>\n<p>O Ibama tamb\u00e9m utiliza dados gerados pelo sat\u00e9lite Sentinel-1, da Ag\u00eancia Espacial Europeia (ESA, na sigla em ingl\u00eas), e do Amaz\u00f4nia-SAR, do Sistema de Prote\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia (Sipam).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ibama.gov.br\/noticias\/436-2018\/1487-monitoramento-por-satelite-identifica-desmatamento-ilegal-de-2-6-mil-hectares-em-areas-cobertas-por-nuvens-em-mt\">http:\/\/www.ibama.gov.br\/noticias\/436-2018\/1487-monitoramento-por-satelite-identifica-desmatamento-ilegal-de-2-6-mil-hectares-em-areas-cobertas-por-nuvens-em-mt<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column][vc_single_image image=\u00bb5317&#8243; img_size=\u00bbfull\u00bb][vc_column_text] Foto: Ibama [\/vc_column_text][vc_column_text] 11 de Junho de 2018 Ibama [\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Bras\u00edlia (11\/06\/2018) \u2013 Metodologia criada pelo Ibama em parceria com a Ag\u00eancia Japonesa de Explora\u00e7\u00e3o Aeroespacial (Jaxa) permitiu a detec\u00e7\u00e3o de 2,6 mil hectares desmatados ilegalmente no norte de Mato Grosso. 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