{"id":12851,"date":"2020-01-28T13:05:43","date_gmt":"2020-01-28T16:05:43","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amazoniasocioambiental.org\/?p=12851"},"modified":"2020-02-03T16:31:54","modified_gmt":"2020-02-03T19:31:54","slug":"estudo-cientifico-revela-que-os-territorios-indigenas-e-as-areas-protegidas-na-amazonia-sao-menos-suscetiveis-a-perda-de-carbono-por-degradacao-florestal-do-que-outras-regioes-sem-protecao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/radar\/estudo-cientifico-revela-que-os-territorios-indigenas-e-as-areas-protegidas-na-amazonia-sao-menos-suscetiveis-a-perda-de-carbono-por-degradacao-florestal-do-que-outras-regioes-sem-protecao\/","title":{"rendered":"Estudo cient\u00edfico revela que os territ\u00f3rios ind\u00edgenas e as \u00e1reas protegidas na Amaz\u00f4nia s\u00e3o menos suscet\u00edveis \u00e0 perda de carbono por degrada\u00e7\u00e3o florestal do que outras regi\u00f5es sem prote\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<em>Os autores do artigo pedem maior apoio no resguardo dessas \u00e1reas que funcionam como<\/em><br \/>\n<em>\u201camortecerdores\u201d contra as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas; os resultados indicam ser crucial a<\/em><br \/>\n<em>defesa dos direitos dos ind\u00edgenas e de popula\u00e7\u00f5es tradicionais, bem como o<\/em><br \/>\n<em>cumprimento das leis ambientais \u2013 algo vital, considerando a demanda crescente por<\/em><br \/>\n<em>riqueza mineral, combust\u00edvel f\u00f3ssil e commodities.<\/em>[\/vc_column_text][vc_empty_space][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]Bras\u00edlia (27 de janeiro de 2020) \u2013 Recente estudo para medir as emiss\u00f5es de carbono<br \/>\ncausadas pela degrada\u00e7\u00e3o e pelo desmatamento \u2013 usando uma tecnologia inovadora<br \/>\nque combina imagens de sat\u00e9lite com dados de campo \u2013 sugere que as terras ind\u00edgenas<br \/>\n(TIs) e as \u00e1reas naturais protegidas (ANPs) na Amaz\u00f4nia s\u00e3o menos propensas \u00e0 perda<br \/>\nde carbono por degrada\u00e7\u00e3o do que regi\u00f5es desprotegidas.<\/p>\n<p>Isso ocorre porque a libera\u00e7\u00e3o de carbono resultantes de degrada\u00e7\u00e3o em TIs e ANPs s\u00e3o,<br \/>\nem grande parte, compensadas pelo crescimento da vegeta\u00e7\u00e3o florestal \u2013 algo que n\u00e3o<br \/>\nse verifica em terras sem prote\u00e7\u00e3o. Contudo, mesmo que mais est\u00e1vel, a degrada\u00e7\u00e3o em<br \/>\nterrit\u00f3rios ind\u00edgenas e em \u00e1reas protegidas n\u00e3o havia sido detectada anteriormente e,<br \/>\nagora, essa perda \u00e9 um fato preocupante.<\/p>\n<p>No artigo publicado hoje na <em>Proceedings of the National Academy of Sciences<\/em>, os<br \/>\npesquisadores analisaram o impacto da degrada\u00e7\u00e3o\/perturba\u00e7\u00e3o em quatro categorias<br \/>\nde terras na Amaz\u00f4nia: TIs, ANPs, outras terras (sem prote\u00e7\u00e3o) e sobreposi\u00e7\u00f5es entre<br \/>\nTIs e APNs. Eles descobriram que a expans\u00e3o das \u00e1rvores ajudou os territ\u00f3rios ind\u00edgenas<br \/>\na ter uma menor perda l\u00edquida de carbono, remediando as emiss\u00f5es rec\u00e9m-detectadas<br \/>\n\u2013 90% do total dessas perdas s\u00e3o provenientes de regi\u00f5es fora das \u00e1reas protegidas.<\/p>\n<p>Participaram desse estudo cientistas, especialistas em pol\u00edtica e l\u00edderes ind\u00edgenas do<br \/>\nWoods Hole Research Center (WHRC), da Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da<br \/>\nBacia Amaz\u00f4nica (COICA), do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM), da<br \/>\nRede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental (RAISG) e do Fundo de Defesa<br \/>\nAmbiental (EDF).<\/p>\n<h3><strong>Prote\u00e7\u00e3o sob amea\u00e7a<\/strong><\/h3>\n<p>Juntas, as TIs e as ANPs cobrem 52% da Amaz\u00f4nia e armazenam mais da metade do<br \/>\ncarbono na regi\u00e3o (58%). O estudo afirma que essas \u00e1reas protegidas est\u00e3o cada vez<br \/>\nmais expostas a atividades ilegais e a fraquezas das leis e do Estado, colocando em risco<br \/>\nseu papel na prote\u00e7\u00e3o de paisagens cada vez mais vulner\u00e1veis. Essas descobertas<br \/>\nlevaram os autores a alertarem para a import\u00e2ncia dos direitos dos povos ind\u00edgenas,<br \/>\ncujas terras cobrem 30% da Amaz\u00f4nia e det\u00eam 34% de seu carbono.<\/p>\n<p>\u201cNosso trabalho mostra que as florestas sob a prote\u00e7\u00e3o de povos ind\u00edgenas e<br \/>\ncomunidades locais continuam a ter melhores resultados no balan\u00e7o de carbono do que<br \/>\nas terras sem prote\u00e7\u00e3o. Isso significa que, o que o papel dessas popula\u00e7\u00f5es \u00e9 cr\u00edtico e<br \/>\ndeve ser fortalecido para que os pa\u00edses da bacia amaz\u00f4nica consigam manter esse<br \/>\nrecurso globalmente importante, enquanto cumpre seus compromissos no Acordo de<br \/>\nParis\u201d, disse Wayne Walker, cientista associado do WHRC e primeiro autor do artigo.<\/p>\n<p>Quase 90% dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas t\u00eam alguma forma de reconhecimento legal, mas<br \/>\nos pesquisadores observam que as concess\u00f5es governamentais para a minera\u00e7\u00e3o e a<br \/>\nextra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo se sobrep\u00f5em a quase 25% de todas as terras territoriais<br \/>\nreconhecidas na regi\u00e3o, aumentando substancialmente a vulnerabilidade das TIs das<br \/>\nANPs a impactos adversos.<\/p>\n<p>&#8220;A pesquisa revela o que os povos ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia j\u00e1 est\u00e3o relatando aos seus<br \/>\nl\u00edderes&#8221;, afirmou Tuntiak Katan, um dos autores e vice-coordenador da COICA. \u201cOs<br \/>\ngovernos est\u00e3o enfraquecendo a prote\u00e7\u00e3o ambiental, violando os direitos \u00e0s TIs<br \/>\nexistentes e incentivando a impunidade legal. A situa\u00e7\u00e3o est\u00e1 colocando em risco a<br \/>\nexist\u00eancia de nossos povos e territ\u00f3rios, que cont\u00eam as florestas mais densas em<br \/>\ncarbono do mundo\u201d, completou.<\/p>\n<p>O artigo relata que as TIs e as ANPs continuam a ser uma resist\u00eancia \u00e0 amplifica\u00e7\u00e3o do<br \/>\ndesmatamento que ocorre al\u00e9m de suas fronteiras. Mas, ao avaliar o impacto da<br \/>\ndegrada\u00e7\u00e3o e da perturba\u00e7\u00e3o nessas terras, os autores chamam aten\u00e7\u00e3o para a situa\u00e7\u00e3o<br \/>\nde risco dos povos ind\u00edgenas, cujos l\u00edderes exp\u00f5em crescente impunidade por parte de<br \/>\ngarimpeiros, de fazendeiros e de madeireiros ilegais.<\/p>\n<h3><strong>Perdas e ganhos<\/strong><\/h3>\n<p>O estudo aponta que, durante o per\u00edodo de 2003 a 2016, a regi\u00e3o amaz\u00f4nica era uma<br \/>\nfonte l\u00edquida de carbono para a atmosfera, liberando cerca de 1.290 milh\u00f5es de<br \/>\ntoneladas de carbono (MtC) &#8211; quando considerados perdas e ganhos. As trajet\u00f3rias de<br \/>\nemiss\u00f5es de carbono durantes esses anos mostram aumentos entre 2012 e 2016 para<br \/>\ntodos os pa\u00edses amaz\u00f4nicos e categorias de terra, especialmente fora de TIs e ANPs.<br \/>\nDas quatro categorias de terras consideradas pelo artigo, as TIs tiveram a menor perda<br \/>\nl\u00edquida de carbono (-0,1%). Em ANPs, essa redu\u00e7\u00e3o foi de -0,6% e, em outras terras (sem<br \/>\nprote\u00e7\u00e3o), de -3,6%. Os autores defendem que o crescimento cont\u00ednuo de florestas em<br \/>\nterrit\u00f3rios ind\u00edgenas permitiu que essas terras compensassem as emiss\u00f5es rec\u00e9m descobertas<br \/>\nde degrada\u00e7\u00e3o\/perturba\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda assim, 47% da perda total de carbono em \u00e1reas protegidas como um todo foi<br \/>\natribu\u00edda \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o\/perturba\u00e7\u00e3o. \u201cEsse \u00e9 um percentual preocupante, dada a<br \/>\nimport\u00e2ncia que as florestas tropicais t\u00eam no fornecimento de servi\u00e7os ecossist\u00eamicos,<br \/>\nal\u00e9m de seu papel na captura e armazenamento de carbono\u201d, disse Carmen Josse,<br \/>\ncoautora do relat\u00f3rio e diretora cient\u00edfica da Funda\u00e7\u00e3o EcoCiencia, do Equador.<\/p>\n<p>Terrenos fora de TIs e ANPs (ou seja, &#8220;outras terras&#8221;) foram respons\u00e1veis por cerca de<br \/>\n70% das perdas totais de carbono e quase 90% da varia\u00e7\u00e3o l\u00edquida. Por outro lado, TIs e<br \/>\nANPs &#8211; em mais da metade da \u00e1rea terrestre \u2013 representaram apenas 10% da varia\u00e7\u00e3o<br \/>\nl\u00edquida, com 86% das perdas nessas terras compensadas por ganhos com o aumento da<br \/>\nfloresta.<\/p>\n<p>Outro ponto a ser avaliado \u00e9 destacado por Paulo Moutinho, um dos autores e<br \/>\npesquisador s\u00eanior do IPAM, quando afirma que os resultados sugerem uma amea\u00e7a<br \/>\npotencial \u00e0 sa\u00fade econ\u00f4mica da Amaz\u00f4nia: \u201c\u00c9 fundamental que os governos de pa\u00edses<br \/>\namaz\u00f4nicos prestem aten\u00e7\u00e3o ao potencial risco para suas economias ao n\u00e3o<br \/>\npreservarem suas \u00e1reas protegidas contra o desmatamento ilegal\u201d, alertou.<\/p>\n<p>Os pesquisadores analisaram perdas e ganhos de carbono no per\u00edodo entre 2003 e 2016,<br \/>\nusando uma atualiza\u00e7\u00e3o dos dados originalmente publicados por Baccini et al (2017;<br \/>\nScience). Al\u00e9m disso, eles separaram as perdas atribu\u00edveis \u00e0 convers\u00e3o florestal (por<br \/>\nexemplo, desmatamento) daquelas oriundas da degrada\u00e7\u00e3o humana e dist\u00farbios<br \/>\nnaturais (ventos, secas intensas, efeito de borda, etc).<\/p>\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n<p><strong>The Woods Hole Research Center (WHRC)<\/strong><br \/>\nA Woods Hole Research Center estuda os impactos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas em todo o<br \/>\nmundo e trabalha com parceiros \u2013 de governos nacionais a corpora\u00e7\u00f5es \u2013 para<br \/>\nidentificar e implementar oportunidades para reduzir os n\u00edveis de gases de efeito estufa<br \/>\n(GEE) na atmosfera. A WHRC foi fundada em 1985 pelo renomado ecologista George<br \/>\nWoodwell para levar os insights da ci\u00eancia para al\u00e9m dos muros da academia, onde eles<br \/>\npodem efetuar mudan\u00e7as reais. Os cientistas do WHRC contribu\u00edram para todos os<br \/>\nrelat\u00f3rios de avalia\u00e7\u00e3o do IPCC e ajudaram a lan\u00e7ar a Conven\u00e7\u00e3o-Quadro das Na\u00e7\u00f5es<br \/>\nUnidas sobre Mudan\u00e7a do Clima. Atualmente, o Centro \u00e9 liderado pelo Dr. Philip Duffy.<\/p>\n<p><strong>Funda\u00e7\u00e3o EcoCi\u00eancia (Fundaci\u00f3n EcoCiencia)<\/strong><br \/>\nEcoCiencia \u00e9 uma entidade cient\u00edfica equatoriana, privada e sem fins lucrativos, fundada<br \/>\npara gerar informa\u00e7\u00e3o de qualidade para a tomada das melhores decis\u00f5es em favor da<br \/>\nconserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade e bem-estar da popula\u00e7\u00e3o. Esse desafio tem demandado<br \/>\na inclus\u00e3o de abordagens mais amplas, integradas e complexas.<\/p>\n<p><strong>Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental (RAISG)<\/strong><br \/>\nA Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental \u00e9 uma rede de organiza\u00e7\u00f5es da<br \/>\nsociedade civil dos pa\u00edses amaz\u00f4nicos. A RAISG busca construir uma vis\u00e3o abrangente<br \/>\ndo bioma que vincule os direitos coletivos dos povos ind\u00edgenas \u00e0 prote\u00e7\u00e3o da<br \/>\nbiodiversidade e dos servi\u00e7os ecossist\u00eamicos, a fim de avan\u00e7ar em termos de pr\u00e1ticas<br \/>\nde uso sustent\u00e1vel da floresta e de seus recursos. Essa vis\u00e3o integral da Amaz\u00f4nia supera<br \/>\nabordagens fragmentadas e promove iniciativas regionais, nacionais e transnacionais,<br \/>\nproduzindo e compilando informa\u00e7\u00f5es sobre t\u00f3picos relevantes e de diferentes fontes,<br \/>\nsempre usando padr\u00f5es e protocolos t\u00e9cnicos comuns.<\/p>\n<p><strong>Coordinadora de Organizaciones Ind\u00edgenas de la Cuenca Amaz\u00f3nica (COICA)<\/strong><\/p>\n<p>A COICA \u00e9 uma ortaniza\u00e7\u00e3o ind\u00edgena de converg\u00eancia internacional que orienta seus esfor\u00e7os a promo\u00e7\u00e3o, prote\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a dos povos e territ\u00f3rios ind\u00edgenas atrav\u00e9s da defesa de seus modos de vida, princ\u00edpios e valores sociais, espirituais e culturais. Se dedica a\u00a0 gerar pol\u00edticas, propostas e a\u00e7\u00f5es nos n\u00edveis local, nacional e internacional para fomentar o desenvolvimento equitativo das nacionalidades e povos ind\u00edgenas amaz\u00f4nicos.<\/p>\n<p><strong>Fundo de Defesa Ambiental (EDF \u2013 Environmental Defense Fund)<\/strong><br \/>\nO Fundo de Defesa Ambiental, uma organiza\u00e7\u00e3o social sem fins lucrativos, cria solu\u00e7\u00f5es<br \/>\ntransformadoras para a maioria dos principais problemas ambientais. O EDF vincula<br \/>\nci\u00eancia, economia, direito e parcerias inovadoras com o setor privado.<\/p>\n<p><strong>Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM)<\/strong><br \/>\nO Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (IPAM) \u00e9 uma organiza\u00e7\u00e3o cient\u00edfica,<br \/>\nn\u00e3o governamental, apartid\u00e1ria e sem fins lucrativos que desde 1995 trabalha pelo<br \/>\ndesenvolvimento sustent\u00e1vel da Amaz\u00f4nia. Nosso prop\u00f3sito \u00e9 consolidar, at\u00e9 2035, o<br \/>\nmodelo de desenvolvimento tropical da Amaz\u00f4nia, por meio da produ\u00e7\u00e3o de<br \/>\nconhecimento, implementa\u00e7\u00e3o de iniciativas locais e influ\u00eancia em pol\u00edticas p\u00fablicas, de<br \/>\nforma a impactar o desenvolvimento econ\u00f4mico, a igualdade social e a preserva\u00e7\u00e3o do<br \/>\nmeio ambiente. Nossa miss\u00e3o \u00e9 promover ci\u00eancia, educa\u00e7\u00e3o e inova\u00e7\u00e3o para uma<br \/>\nAmaz\u00f4nia ambientalmente saud\u00e1vel, economicamente pr\u00f3spera e socialmente justa.[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<h3><strong>Leia o artigo completo:<\/strong><\/h3>\n<ul>\n<li><strong>Site da PNAS: <\/strong><a href=\"https:\/\/www.pnas.org\/content\/early\/2020\/01\/21\/1913321117\">https:\/\/www.pnas.org\/content\/early\/2020\/01\/21\/1913321117<\/a><\/li>\n<li><strong><strong>PDF em ingl\u00eas: <\/strong><\/strong><a href=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/pnas_publicado_27jan.pdf\"><em>The role of forest conversion, degradation, and disturbance in the carbon dynamics of Amazon indigenous territories and protected areas<\/em><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recente estudo para medir as emiss\u00f5es de carbono<br \/>\ncausadas pela degrada\u00e7\u00e3o e pelo desmatamento \u2013 usando uma tecnologia inovadora<br \/>\nque combina imagens de sat\u00e9lite com dados de campo \u2013 sugere que as terras ind\u00edgenas<br \/>\n(TIs) e as \u00e1reas naturais protegidas (ANPs) na Amaz\u00f4nia s\u00e3o menos propensas \u00e0 perda<br \/>\nde carbono por degrada\u00e7\u00e3o do que regi\u00f5es desprotegidas.<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":12858,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12851","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-radar","category-1","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12851","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12851"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12851\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":12992,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12851\/revisions\/12992"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12858"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12851"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12851"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12851"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}