{"id":33074,"date":"2022-03-24T15:19:30","date_gmt":"2022-03-24T18:19:30","guid":{"rendered":"https:\/\/dev.amazoniasocioambiental.org\/radar\/maior-parte-da-vegetacao-em-regeneracao-da-amazonia-esta-em-areas-que-nao-competem-com-a-agricultura\/"},"modified":"2022-04-26T17:19:48","modified_gmt":"2022-04-26T20:19:48","slug":"maior-parte-da-vegetacao-em-regeneracao-da-amazonia-esta-em-areas-que-nao-competem-com-a-agricultura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/radar\/maior-parte-da-vegetacao-em-regeneracao-da-amazonia-esta-em-areas-que-nao-competem-com-a-agricultura\/","title":{"rendered":"Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura"},"content":{"rendered":"<div class=\"entry-content\">\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Imazon<\/strong><br \/>\n<strong>Da Reda\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\n<strong>24 de mar\u00e7o de 2022<\/strong><br \/>\n<strong>Amaz\u00f4nia brasileira<\/strong><\/p>\n<h3><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><em><strong>Estudo in\u00e9dito mostra que o pa\u00eds pode recuperar a floresta em larga escala sem perder \u00e1reas agricult\u00e1veis e com baixo custo<\/strong><\/em><\/h3>\n<p>Uma pesquisa in\u00e9dita apontou que a maior parte das \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia est\u00e1 em locais de dif\u00edcil plantio de gr\u00e3os. Ou seja: \u00e9 poss\u00edvel recuperar a floresta em larga escala sem perder terras agricult\u00e1veis e com baixo custo. O que gera benef\u00edcios para o clima, para o pa\u00eds e para os pr\u00f3prios agricultores. Isso porque eles podem aproveitar essas \u00e1reas para adequar suas propriedades \u00e0s leis ambientais e, ainda, obter novas fontes de renda.<br \/>\nPublicado pelo projeto Amaz\u00f4nia 2030, o estudo \u00e9 de autoria de pesquisadores do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amaz\u00f4nia (Imazon). Eles analisaram o potencial agr\u00edcola de 7,2 milh\u00f5es de hectares mapeados em 2019 onde a vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria (que nasce ap\u00f3s o desmatamento) tinha a partir de seis anos. E o resultado foi que 5,2 milh\u00f5es de hectares est\u00e3o em locais classificados como \u201cde baixa aptid\u00e3o agr\u00edcola\u201d, o que corresponde a 73% do total.<\/p>\n<blockquote><p><em><strong>\u201cAs \u00e1reas de baixa aptid\u00e3o agr\u00edcola s\u00e3o aquelas em que h\u00e1 grande limita\u00e7\u00e3o para o plantio por terem aclives ou declives que dificultam o ingresso de m\u00e1quinas agr\u00edcolas, como plantadeiras e colheitadeiras. Provavelmente, elas foram desmatadas no passado com a expectativa de serem usadas para a produ\u00e7\u00e3o, por\u00e9m, devido a essa dificuldade e altos custos, foram abandonadas e hoje est\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, classificamos como \u00e1reas de baixa aptid\u00e3o agr\u00edcola aquelas que est\u00e3o \u00e0s margens dos rios, onde o desmatamento \u00e9 ilegal. S\u00e3o as chamadas \u00c1reas de Preserva\u00e7\u00e3o Permanente ou APPs\u201d<\/strong>, explica o pesquisador Paulo Amaral, do Imazon, um dos autores do estudo.<\/em><\/p><\/blockquote>\n<p>Maior do que o estado do Rio de Janeiro, essa \u00e1rea pode garantir ao Brasil o cumprimento da meta estabelecida na Pol\u00edtica Nacional de Recupera\u00e7\u00e3o da Vegeta\u00e7\u00e3o Nativa (Proveg), criada em 2017. \u00c0 \u00e9poca, o pa\u00eds se comprometeu a recuperar 4,8 milh\u00f5es de hectares desmatados no bioma.<br \/>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-43345 aligncenter\" title=\"Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" src=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral.png\" sizes=\"(max-width: 846px) 100vw, 846px\" srcset=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral.png 846w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-300x188.png 300w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-768x481.png 768w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-500x313.png 500w\" alt=\"Grafico Amaral - Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" width=\"846\" height=\"530\" \/><\/p>\n<h3><b>Oportunidade de cumprir a lei e ter mais renda<\/b><\/h3>\n<p>A pesquisa tamb\u00e9m analisou de quem \u00e9 a posse dessas \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o que n\u00e3o s\u00e3o adequadas para a agricultura e apontou que 36% s\u00e3o territ\u00f3rios privados ou est\u00e3o em assentamentos. Isso significa que propriet\u00e1rios de terras e agricultores familiares t\u00eam a oportunidade de usar 1,8 milh\u00e3o de hectares para adequarem suas \u00e1reas \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o ambiental, que exige que parte da propriedade seja de vegeta\u00e7\u00e3o nativa. E o melhor: com baixo custo.<\/p>\n<blockquote><p><strong>\u201cNa Amaz\u00f4nia, estima-se que produtores precisam recuperar cerca de 8 milh\u00f5es de hectares para cumprir as leis ambientais. Ou seja: al\u00e9m das \u00e1reas de baixa aptid\u00e3o agr\u00edcola, h\u00e1 mais 2,8 milh\u00f5es de hectares a serem restaurados, o que torna ainda mais importante a necessidade deles aproveitarem esses locais onde n\u00e3o ir\u00e3o lucrar com o plantio para conservar a floresta. Al\u00e9m de impedir preju\u00edzos com multas ambientais, ter propriedades adequadas \u00e0 legisla\u00e7\u00e3o pode ajud\u00e1-los a conseguir financiamentos e a valorizar a produ\u00e7\u00e3o\u201d<\/strong>, indica Amaral.<\/p><\/blockquote>\n<p>O pesquisador tamb\u00e9m ressalta que \u00e9 poss\u00edvel usar essas \u00e1reas em recupera\u00e7\u00e3o para gerar rend\u00ad\u00ad\u00ada a partir de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis. \u201cProteger essas \u00e1reas vai resolver tanto problemas dos grandes e m\u00e9dios produtores quanto dos agricultores familiares. Para quem tem \u00e1reas maiores, deixar a floresta se regenerar \u00e9 muito mais barato do que come\u00e7ar a restaurar. J\u00e1 para os pequenos agricultores, as partes da propriedade em regenera\u00e7\u00e3o podem servir como fonte de renda por meio do extrativismo de esp\u00e9cies nativas como a\u00e7a\u00ed, cupua\u00e7u e castanha\u201d, completa.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-43343 aligncenter\" title=\"Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" src=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1.png\" sizes=\"(max-width: 1392px) 100vw, 1392px\" srcset=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1.png 1392w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1-300x183.png 300w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1-1024x624.png 1024w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1-768x468.png 768w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-1-500x305.png 500w\" alt=\"Grafico Amaral 1 - Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" width=\"1392\" height=\"848\" \/><br \/>\nH\u00e1, al\u00e9m disso, 500 mil hectares (10%) em regenera\u00e7\u00e3o em locais de dif\u00edcil plantio inscritos no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Ele \u00e9 um documento autodeclarat\u00f3rio que n\u00e3o indica a posse da terra, mas necess\u00e1rio para conquist\u00e1-la. O restante est\u00e1 em \u00e1reas protegidas (22%); em \u00e1reas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas (20%), aquelas cujo uso ainda n\u00e3o foi determinado; e nos chamados \u201cvazios fundi\u00e1rios\u201d (12%), locais onde n\u00e3o h\u00e1 informa\u00e7\u00e3o sobre a posse.<\/p>\n<h3><b>\u00c1reas com potencial agr\u00edcola s\u00e3o as mais amea\u00e7adas<\/b><\/h3>\n<p>Por estarem em locais onde o cultivo de gr\u00e3os pode ser implementado com facilidade, os 2 milh\u00f5es de hectares apontados na pesquisa como de \u201calta aptid\u00e3o agr\u00edcola\u201d s\u00e3o os que correm mais risco de voltarem a ser desmatados. E a maior parte dessas terras s\u00e3o privadas, de assentamentos, t\u00eam CAR ou est\u00e3o em \u00e1reas protegidas cuja agricultura \u00e9 permitida: 72%, o que corresponde a 1,4\u00a0 milh\u00e3o de hectares. Por isso, os pesquisadores afirmam que os governos devem priorizar essas \u00e1reas durante as a\u00e7\u00f5es de regulariza\u00e7\u00e3o ambiental e de valida\u00e7\u00e3o dos CARs, al\u00e9m de implementar uma compensa\u00e7\u00e3o financeira pela prote\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOutros 322 mil hectares (16%) que est\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o em locais de f\u00e1cil plantio ficam em \u00e1reas p\u00fablicas n\u00e3o destinadas. E, justamente por essa indefini\u00e7\u00e3o, s\u00e3o os pontos preferidos dos desmatadores ilegais, principalmente para a grilagem (a invas\u00e3o de terras para a obten\u00e7\u00e3o de posse e de lucro com a venda posterior). No estudo, a recomenda\u00e7\u00e3o dos pesquisadores \u00e9 que os governos criem novos territ\u00f3rios protegidos nesses locais, como terras ind\u00edgenas e quilombolas ou unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<br \/>\n<img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-43344 aligncenter\" title=\"Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" src=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2.png\" sizes=\"(max-width: 1344px) 100vw, 1344px\" srcset=\"https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2.png 1344w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2-300x191.png 300w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2-1024x651.png 1024w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2-768x488.png 768w, https:\/\/imazon.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/Grafico-Amaral-2-500x318.png 500w\" alt=\"Grafico Amaral 2 - Maior parte da vegeta\u00e7\u00e3o em regenera\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia est\u00e1 em \u00e1reas que n\u00e3o competem com a agricultura\" width=\"1344\" height=\"854\" \/><br \/>\nTodas essas orienta\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m foram indicadas na pesquisa para as \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o com baixo potencial de cultivo. Al\u00e9m delas, o estudo tamb\u00e9m ressaltou a import\u00e2ncia do governo federal implementar a an\u00e1lise de todas as \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o junto aos seus sistemas mensal (Deter) e anual (Prodes) de monitoramento do desmatamento da Amaz\u00f4nia, feitos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).<\/p>\n<h3><b>Vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria \u00e9 essencial diante da crise clim\u00e1tica<\/b><\/h3>\n<p>No estudo que mapeou os 7,2 milh\u00f5es de hectares de vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria na Amaz\u00f4nia em 2019, que tiveram o potencial agr\u00edcola analisado nessa nova pesquisa, foram selecionadas apenas \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o com seis anos ou mais. Recorte temporal escolhido pelos pesquisadores para evitar que locais de \u201cpousio\u201d entrassem na conta, uma t\u00e9cnica muito comum na regi\u00e3o. Ela consiste em suspender o plantio em uma \u00e1rea por at\u00e9 cinco anos para que o solo possa se recuperar antes de novos cultivos.<br \/>\nCaso a vegeta\u00e7\u00e3o secund\u00e1ria seja conservada por pelo menos 30 anos, ela pode adquirir caracter\u00edsticas semelhantes \u00e0s da prim\u00e1ria. Com isso, se tornar\u00e1 o que os pesquisadores classificam como \u201cfloresta madura\u201d, que \u00e9 capaz de contribuir de forma mais significativa para barrar o aquecimento global do que as \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o h\u00e1 pouco tempo.<br \/>\nEvitar que esses 7,2 milh\u00f5es de hectares sejam derrubados novamente contribui para a manuten\u00e7\u00e3o dos rios, o equil\u00edbrio das chuvas e a prote\u00e7\u00e3o da biodiverdidade em um momento de emerg\u00eancia clim\u00e1tica. Relat\u00f3rios assinados por cientistas de todo o mundo para a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) t\u00eam alertado que, caso o aquecimento global siga aumentando, vamos sofrer com maior frequ\u00eancia e intensidade fen\u00f4menos extremos como secas e tempestades. O que ir\u00e1 causar preju\u00edzos tanto no campo quanto nas \u00e1reas urbanas.<\/p>\n<h3><b>Acesse <\/b><a href=\"https:\/\/amazonia2030.org.br\/wp-content\/uploads\/2022\/03\/AMZ2030-34.pdf\"><b>aqui<\/b><\/a><b> a publica\u00e7\u00e3o completa<\/b><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"at-below-post addthis_tool\" data-url=\"https:\/\/imazon.org.br\/imprensa\/maior-parte-da-vegetacao-em-regeneracao-da-amazonia-esta-em-em-areas-com-baixa-aptidao-agricola\/\"><\/div>\n<div class=\"addthis_inline_share_toolbox addthis_tool\"><\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imazon Da Reda\u00e7\u00e3o 24 de mar\u00e7o de 2022 Amaz\u00f4nia brasileira Estudo in\u00e9dito mostra que o pa\u00eds pode recuperar a floresta em larga escala sem perder \u00e1reas agricult\u00e1veis e com baixo custo Uma pesquisa in\u00e9dita apontou que a maior parte das \u00e1reas em regenera\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia est\u00e1 em locais de dif\u00edcil plantio de gr\u00e3os. 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