{"id":5780,"date":"2018-08-16T11:24:11","date_gmt":"2018-08-16T14:24:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amazoniasocioambiental.org\/?p=5780"},"modified":"2018-08-16T11:24:32","modified_gmt":"2018-08-16T14:24:32","slug":"o-mercurio-nas-veias-da-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/radar\/o-mercurio-nas-veias-da-amazonia\/","title":{"rendered":"O merc\u00fario nas veias da Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Sucena Shkrada Resk<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\"><strong>Instituto Humanitas Unisinos<\/strong><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>16 de agosto de 2018<\/strong><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]&#8221;O que se v\u00ea \u00e9 uma cadeia de \u00e2mbito internacional, que exige profundidade de a\u00e7\u00f5es, que j\u00e1 t\u00eam retaguarda jur\u00eddica e legal para tanto. Deixar de dar o devido peso a esta agenda pode ter um custo muito alto para o pa\u00eds, que se intitula um pa\u00eds em desenvolvimento, com protagonismo na pol\u00edtica internacional&#8221;, escreve\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/577600-pulverizacaoaerea-sabemos-realmente-as-externalidades-negativas-do-ciclo-do-que-comemos-blog-cidadaos-do-mundo\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Sucena Shkrada Resk<\/a>,\u00a0 jornalista,\u00a0especialista\u00a0em Meio Ambiente e Sociedade e em Pol\u00edtica Internacional e autora do\u00a0<a href=\"http:\/\/www.cidadaosdomundo.webnode.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Blog Cidad\u00e3os do Mundo<\/a>.<\/p>\n<h3>Eis o artigo.<\/h3>\n<p>Quem dera que falar sobre \u201c<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/571126-estudo-aponta-altos-niveis-de-mercurio-no-sangue-de-moradores-de-santarem-pa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">merc\u00fario<\/a>\u201d fosse um assunto somente de interesse da pauta astron\u00f4mica? Voltando \u00e0 realidade do planeta Terra, se trata dos\u00a0<strong>impactos da contamina\u00e7\u00e3o pelo metal<\/strong>, altamente letal, um tema ainda subnotificado, que mexe em uma ferida aberta, em especial, na regi\u00e3o amaz\u00f4nica, que vem se agravando ao longo dos anos e confirmado por exames e pesquisas realizadas em peixes, ribeirinhos e em povos ind\u00edgenas. S\u00e3o popula\u00e7\u00f5es que fazem parte desse ecossistema que sofre press\u00e3o de\u00a0<strong>garimpos<\/strong>\u00a0e, inclusive, de efeitos indiretos de\u00a0<strong>hidrel\u00e9tricas<\/strong>. O comprometimento com esta pauta ainda \u00e9 incipiente na agenda das pol\u00edticas p\u00fablicas e, com isso, os problemas de sa\u00fade ambiental e de direitos humanos que representa podem ser muito maiores, pois est\u00e3o interligados com outras agendas do mercado comercial e industrial internacionais.<\/p>\n<p>O tema tem exigido uma a\u00e7\u00e3o multidisciplinar de v\u00e1rios entes governamentais, que j\u00e1 revelam o grande desafio pela frente. Entre alguns dados recentes, no m\u00eas de junho, o\u00a0<strong>Minist\u00e9rio do Meio Ambiente<\/strong>\u00a0(<strong>MMA<\/strong>) divulgou o<strong>\u00a0Invent\u00e1rio Nacional de Emiss\u00f5es e Libera\u00e7\u00f5es de Merc\u00fario no \u00c2mbito da Minera\u00e7\u00e3o Artesanal e de Pequena Escala no Brasil<\/strong>. Tratam-se de informa\u00e7\u00f5es coletadas em\u00a0<strong>garimpos<\/strong>\u00a0nos estados do\u00a0<strong>Amap\u00e1<\/strong>,\u00a0<strong>Bahia<\/strong>,\u00a0<strong>Mato Grosso<\/strong>\u00a0e\u00a0<strong>Par\u00e1<\/strong>. A pesquisa construiu cen\u00e1rios de emiss\u00f5es e libera\u00e7\u00f5es de\u00a0<strong>merc\u00fario<\/strong>\u00a0que se basearam na minera\u00e7\u00e3o oficialmente declarada e estimativas de ouro produzido de forma ilegal. Esses cen\u00e1rios originam perdas de merc\u00fario para o meio ambiente que v\u00e3o de 18,5 a 221,5 toneladas.<\/p>\n<h3>O exemplo de Minamata<\/h3>\n<p>Quantas pessoas podem estar contaminadas e sequer t\u00eam no\u00e7\u00e3o do que est\u00e1 acontecendo? Quem se responsabiliza pela seguran\u00e7a alimentar e sa\u00fade dessas pessoas e de todo o meio ambiente? Como os efeitos cumulativos da contamina\u00e7\u00e3o podem aparecer ap\u00f3s anos, \u00e9 como se fosse uma bomba-rel\u00f3gio. Essa \u00e9 uma heran\u00e7a pesada que recebemos apesar de o\u00a0<strong>Brasil<\/strong>\u00a0ter ratificado em 2017, a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/568216-com-novas-ratificacoes-convencao-de-minamata-sobre-mercurio-entrara-em-vigor-em-agosto\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Conven\u00e7\u00e3o Internacional de Minamata sobre Merc\u00fario<\/a>, cujo texto foi aprovado quatro anos antes no \u00e2mbito da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU). O nome\u00a0<strong>Minamata<\/strong>\u00a0n\u00e3o \u00e9 por acaso, pois foi nesta cidade japonesa, onde uma empresa qu\u00edmica lan\u00e7ava no mar dejetos com a subst\u00e2ncia, desde 1930, em que houve muitas v\u00edtimas, ao longo de d\u00e9cadas. Estima-se que mais de 700 pessoas morreram em decorr\u00eancia da contamina\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>De acordo com a\u00a0<strong>Conven\u00e7\u00e3o<\/strong>, at\u00e9 2020, deve haver o\u00a0<strong>banimento de produtos com merc\u00fario<\/strong>\u00a0adicionado, como por exemplo, alguns tipos de l\u00e2mpadas fluorescentes, pilhas e baterias. Al\u00e9m disso, processos industriais listados pela Conven\u00e7\u00e3o ter\u00e3o de fazer a substitui\u00e7\u00e3o por\u00a0<strong>tecnologias livres de merc\u00fario<\/strong>, o que infere os processos de extra\u00e7\u00e3o mineral e na siderurgia, entre outros.<\/p>\n<p>Esta preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o se restringe especialmente \u00e0\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihuonline.unisinos.br\/edicao\/211\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Amaz\u00f4nia brasileira<\/a>, pois \u00e9 uma quest\u00e3o que aflige toda P<strong>an-Amaz\u00f4nia\u00a0<\/strong>e h\u00e1 estudos que datam de longa data, desde os anos 90. H\u00e1 um \u00edndice que pode ser consultado na\u00a0<a href=\"https:\/\/www.researchgate.net\/publication\/311482596_A_EXPOSICAO_AO_MERCURIO_E_OS_EFEITOS_DA_EXPOSICAO_EM_SERES_HUMANOS_NA_PAN-AMAZONIA\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">plataforma<\/a>, que traz esta historicidade e import\u00e2ncia do problema de sa\u00fade ambiental.<\/p>\n<h3>A\u00e7\u00e3o multidisciplinar<\/h3>\n<p>Como os estudos s\u00e3o pontuais por alguns institutos e pesquisadores da academia e \u00f3rg\u00e3os governamentais, n\u00e3o se tornaram uma pr\u00e1tica constante incorporada na gest\u00e3o p\u00fablica como um todo. O que se v\u00ea \u00e9 um quadro incipiente relacionado \u00e0\u00a0<strong>preven\u00e7\u00e3o e mitiga\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0(redu\u00e7\u00e3o de danos), que infere a necessidade de a\u00e7\u00e3o de diferentes \u00f3rg\u00e3os, desde a fase de licenciamento dos empreendimentos que utilizam este min\u00e9rio. O que isso quer dizer? O governo federal, no bojo de seus minist\u00e9rios, ag\u00eancias e autarquias t\u00eam uma responsabilidade muito grande sobre o desenrolar desses casos. Essa responsabilidade se estende aos legisladores e, de certa forma, aos cientistas. As externalidades s\u00e3o tantas, que fica dif\u00edcil mensurar os impactos nos pr\u00f3ximos anos e d\u00e9cadas, al\u00e9m dos atuais j\u00e1 deflagrados.<\/p>\n<p>Ao se levantar pesquisas sobre esta pauta, uma das mais recentes foi divulgada em mar\u00e7o deste ano, na revista\u00a0<strong>Ecotoxicology and Environmental Safety<\/strong>, uma an\u00e1lise de equipe de pesquisadores brasileiros e espanh\u00f3is coordenada pela bioqu\u00edmica\u00a0<strong>Mar\u00eda Elena L\u00f3pez<\/strong>, do Instituto de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da Universidade Federal do Par\u00e1 (<strong>UFPA<\/strong>).<\/p>\n<p>Os cientistas fizeram uma an\u00e1lise de fios de cabelo de 37 ribeirinhos da regi\u00e3o de\u00a0<strong>Caraip\u00e9<\/strong>, no\u00a0<strong>lago Tucuru\u00ed<\/strong>, nos arredores da\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/578698-indios-assurini-relatam-a-justica-40-anos-de-danos-gerados-pela-usina-de-tucurui-pa\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Usina Hidrel\u00e9trica de Tucuru\u00ed<\/a>. O resultado \u00e9 alarmante. Eles encontraram a quantidade de\u00a0<strong>merc\u00fario<\/strong>\u00a0(em sua forma mais t\u00f3xica) sete vezes maior que a toler\u00e1vel \u2013 10 microgramas por grama de cabelo. Esse padr\u00e3o de toler\u00e2ncia \u00e9 recomendado pela<strong>\u00a0Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade<\/strong>\u00a0(<strong>OMS<\/strong>). Essa exposi\u00e7\u00e3o pode desencadear quadros graves de sa\u00fade, entre elas, a\u00a0<strong>doen\u00e7a de Minamata<\/strong>, que \u00e9 uma s\u00edndrome neurodegenerativa, que pode levar \u00e0 morte, como tamb\u00e9m deforma\u00e7\u00f5es fetais em gestantes. O que gera apreens\u00e3o \u00e9 que, por muitas vezes, os sintomas levam anos a aparecer, ou seja, \u00e9 uma doen\u00e7a silenciosa.<\/p>\n<p>O\u00a0<strong>processo de intoxica\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0se d\u00e1 pela ingest\u00e3o de peixes contaminados. De acordo com os pesquisadores, neste caso, ao se apurar os dados hist\u00f3ricos da regi\u00e3o, o que se constatou foi que essa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 um efeito indireto decorrente do funcionamento da hidrel\u00e9trica. Segundo a bioqu\u00edmica, como o reservat\u00f3rio se formam lagoas (como bols\u00f5es de \u00e1gua), onde o l\u00edquido fica retido at\u00e9 por 130 dias ao ano. Isso pode gerar com as chuvas e invas\u00e3o da floresta, a mistura de decomposi\u00e7\u00e3o de mat\u00e9ria org\u00e2nica que com a incid\u00eancia de luz solar resulta no final, na libera\u00e7\u00e3o de merc\u00fario inorg\u00e2nico ingerido por peixes e outros . Esse, por sua vez, sofre a a\u00e7\u00e3o de bact\u00e9rias anaer\u00f3bicas e se transforma em\u00a0<strong>metilmerc\u00fario<\/strong>. O que \u00e9 mais surpreende neste processo \u00e9 que outros estudos j\u00e1 t\u00eam alertado para este tipo de problema, e n\u00e3o \u00e9 de hoje. Entre eles, do bi\u00f3logo\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/159-noticias\/entrevistas\/576643-hidreletricas-brasileiras-sustentam-o-lobby-entre-empreiteiras-e-o-poder-publico-entrevista-especial-com-philip-m-fearnside\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Philip Fearnside<\/a>, h\u00e1 duas d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois anos, foi exposta mais uma an\u00e1lise que levantou\u00a0<strong>contamina\u00e7\u00e3o por merc\u00fario na Amaz\u00f4nia<\/strong>. Pesquisadores da Escola Nacional de Sa\u00fade P\u00fablica da Funda\u00e7\u00e3o Oswaldo Cruz (<strong>Fiocruz<\/strong>) analisaram em 2014 amostras de fios de cabelo de 239\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/noticias\/552318-pesquisa-revela-nivel-alto-de-mercurio-em-indios-de-area-yanomami-em-rr\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ind\u00edgenas yanomami<\/a>\u00a0e\u00a0<strong>ye\u2019kuana<\/strong>\u00a0, no estado de\u00a0<strong>Roraima<\/strong>. Em algumas regi\u00f5es, 92% da popula\u00e7\u00e3o estava contaminada. O contexto, neste caso, era de a\u00e7\u00e3o garimpeira ilegal na regi\u00e3o, uma press\u00e3o que os ind\u00edgenas j\u00e1 t\u00eam alertado h\u00e1 anos e exigem uma a\u00e7\u00e3o do poder p\u00fablico. Para a\u00a0<strong>extra\u00e7\u00e3o do ouro<\/strong>, eles utilizam o merc\u00fario para poder identifica-lo, o separando dos demais sedimentos. A pesquisa foi feita em parceria com o\u00a0<strong>Instituto Socioambiental<\/strong>\u00a0(<strong>ISA<\/strong>). Os resultados foram encaminhados aos \u00f3rg\u00e3os competentes, como tamb\u00e9m \u00e0 relatoria especial sobre\u00a0<strong>Direitos Ind\u00edgenas da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas<\/strong>\u00a0(<strong>ONU<\/strong>).<\/p>\n<p>Conex\u00f5es com um mercado exterior tamb\u00e9m fazem parte da cadeia desta problem\u00e1tica. Em maio deste ano, houve a\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/78-noticias\/578984-operacao-impede-a-distribuicao-de-1-7-tonelada-de-mercurio-para-garimpos-ilegais-na-amazonia\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">apreens\u00e3o de mais de 1,7 tonelada de merc\u00fario<\/a>\u00a0pela\u00a0<strong>Receita Federal<\/strong>\u00a0e do\u00a0<strong>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renov\u00e1veis<\/strong>\u00a0(<strong>Ibama<\/strong>), em Santa Catarina. Este material era proveniente da\u00a0<strong>Turquia<\/strong>\u00a0e seguiria para\u00a0<strong>garimpos na Amaz\u00f4nia<\/strong>.<\/p>\n<p>O que se v\u00ea \u00e9 uma cadeia de \u00e2mbito internacional, que exige profundidade de a\u00e7\u00f5es, que j\u00e1 t\u00eam retaguarda jur\u00eddica e legal para tanto. Deixar de dar o devido peso a esta agenda pode ter um custo muito alto para o pa\u00eds, que se intitula um pa\u00eds em desenvolvimento, com protagonismo na pol\u00edtica internacional.<\/p>\n<p>Fonte:\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/581860-o-mercurio-nas-veias-da-amazonia\">http:\/\/www.ihu.unisinos.br\/581860-o-mercurio-nas-veias-da-amazonia<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;O que se v\u00ea \u00e9 uma cadeia de \u00e2mbito internacional, que exige profundidade de a\u00e7\u00f5es, que j\u00e1 t\u00eam retaguarda jur\u00eddica e legal para tanto. Deixar de dar o devido peso a esta agenda pode ter um custo muito alto para o pa\u00eds, que se intitula um pa\u00eds em desenvolvimento, com protagonismo na pol\u00edtica internacional&#8221;, escreve Sucena Shkrada Resk,  jornalista, especialista em Meio Ambiente e Sociedade e em Pol\u00edtica Internacional e autora do Blog Cidad\u00e3os do Mundo. <\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":3279,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-5780","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-radar","category-1","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5780","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5780"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5780\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5781,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5780\/revisions\/5781"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3279"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5780"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5780"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5780"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}