{"id":6161,"date":"2018-09-18T13:54:34","date_gmt":"2018-09-18T16:54:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.amazoniasocioambiental.org\/?p=6161"},"modified":"2018-09-18T16:00:57","modified_gmt":"2018-09-18T19:00:57","slug":"garimpos-no-para-adotam-escavadeiras-e-amplificam-destruicao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/radar\/garimpos-no-para-adotam-escavadeiras-e-amplificam-destruicao\/","title":{"rendered":"Garimpos no Par\u00e1 adotam escavadeiras e amplificam destrui\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Fabiano Maisonnave e Lalo de Almeida<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Folha de S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>17 de setembro de 2018<\/strong><\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row][vc_row][vc_column][vc_column_text]<\/p>\n<div class=\"c-signature c-signature--left\"><strong class=\"c-signature__location\">RIO TAPAJ\u00d3S (PA)<\/strong><\/div>\n<div><\/div>\n<div class=\"c-news__body\">\n<p>H\u00e1 50 anos buscando ouro na bacia do rio Tapaj\u00f3s, o maranhense Luis Pinheiro, 69, \u00e9 parte da engrenagem que sustenta h\u00e1 d\u00e9cadas Itaituba, munic\u00edpio de 101 mil habitantes do oeste do Par\u00e1. Acostumado a passar meses sem pisar na cidade, \u00e9 taxativo: &#8220;Todo mundo no Brasil \u00e9 garimpeiro&#8221;.<\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"c-news__body\">\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6157\" src=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt.jpg\" alt=\"\" width=\"2400\" height=\"1600\" srcset=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt.jpg 2400w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/15372237715ba02c5b9c012_1537223771_3x2_rt-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 2400px) 100vw, 2400px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Praticada desde o final dos anos 1950 na regi\u00e3o, a atividade sofreu uma revolu\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos com a introdu\u00e7\u00e3o das PCs (retroescavadeiras hidr\u00e1ulicas), m\u00e1quinas com poder de destrui\u00e7\u00e3o v\u00e1rias vezes maior do que os m\u00e9todos usados anteriormente.<\/p>\n<p>&#8220;Depois do desmatamento ilegal, o garimpo \u00e9 o maior vetor de destrui\u00e7\u00e3o da Amaz\u00f4nia. \u00c9 destrui\u00e7\u00e3o ambiental, social e moral. \u00c9 o crime organizado se apropriando das riquezas brasileiras&#8221;, afirma o diretor de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Ibama, Luciano Evaristo.<\/p>\n<p>O estrago ocorre principalmente nos afluentes do rio Tapaj\u00f3s, um dos s\u00edmbolos mais conhecidos da Amaz\u00f4nia por causa das praias de areia branca e \u00e1gua azul de Alter do Ch\u00e3o, que atraem milhares de turistas por ano.<\/p>\n<p>Centenas de quil\u00f4metros rio acima, por\u00e9m, a imagem \u00e9 de terra arrasada. Ao longo de rios como Rato, Crepori e das Tropas, centenas de retroescavadeiras hidr\u00e1ulicas cavam buracos profundos ao longo das margens. Arrancam a mata ciliar, jogam toneladas de terra na \u00e1gua e chegam a alterar os cursos de \u00e1gua.<\/p>\n<p>Um laudo feito em fevereiro pela Ufopa (Universidade Federal do Oeste do Par\u00e1) mostra que, na foz, o rio Rato transporta 49,6 miligramas\/litro (mg\/l) de de s\u00f3lidos em suspens\u00e3o. Ap\u00f3s receber a \u00e1gua enlameada do Rato, a m\u00e9dia do Tapaj\u00f3s passa de 25 mg\/l para 27,8 mg\/l, contribuindo para o assoreamento de um dos maiores rios da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das PCs, as dragas, grandes balsas flutuantes, tamb\u00e9m t\u00eam papel na devasta\u00e7\u00e3o do Tapaj\u00f3s. Ao sugar a terra no fundo do rio em busca de ouro, deixam pra tr\u00e1s o &#8220;arroto&#8221;, grandes bancos de cascalho e areia no meio do rio e nas suas margens.<\/p>\n<p>Para os mundurucus, habitantes das margens do Tapaj\u00f3s, as mudan\u00e7as s\u00e3o vis\u00edveis.<\/p>\n<p>&#8220;Antigamente, a \u00e1gua era bem azulzinha, bem limpinha. Hoje em dia, ela tem uma cor diferente, meio amarelada. Voc\u00ea n\u00e3o flecha mais peixe com um arco na m\u00e3o porque n\u00e3o v\u00ea&#8221;, diz o cacique Juarez Saw Munduruku, 58, que faz oposi\u00e7\u00e3o aos garimpos.<\/p>\n<p>&#8220;O garimpo mudou o rio, acabou com o Tapaj\u00f3s&#8221;, diz o l\u00edder da Terra Ind\u00edgena Sawr\u00e9 Muybu, em processo de demarca\u00e7\u00e3o. &#8220;Ningu\u00e9m v\u00ea um igarap\u00e9 mais, assim, natural. Subindo de barco pra tentar tomar uma \u00e1gua limpa hoje na beira do Tapaj\u00f3s, voc\u00ea n\u00e3o encontra mais, n\u00e3o, s\u00f3 \u00e1gua suja.&#8221;<\/p>\n<p>Para sustentar dezenas de milhares de pessoas, a explora\u00e7\u00e3o desenvolveu voracidade incontrol\u00e1vel. Com a ajuda da PC, foram abertos 3.717 garimpos na regi\u00e3o do Tapaj\u00f3s desde 2014, segundo levantamento do Ibama a partir de imagens de sat\u00e9lite.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6163\" src=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/grafico.jpg\" alt=\"\" width=\"496\" height=\"624\" srcset=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/grafico.jpg 496w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/grafico-238x300.jpg 238w\" sizes=\"(max-width: 496px) 100vw, 496px\" \/><\/p>\n<p>Desse total, 805 (21,6%) est\u00e3o em \u00e1reas protegidas federais, incluindo terras ind\u00edgenas e florestas nacionais, onde o garimpo \u00e9 proibido.<\/p>\n<p>A grande maioria da atividade, por\u00e9m, est\u00e1 na APA (\u00e1rea de de prote\u00e7\u00e3o ambiental) Tapaj\u00f3s, de gest\u00e3o estadual. A atividade ali tem licen\u00e7as municipais, mas h\u00e1 pouca fiscaliza\u00e7\u00e3o para verificar se as exig\u00eancias s\u00e3o cumpridas.<\/p>\n<p>&#8220;\u00c9 um processo muito grave o da descentraliza\u00e7\u00e3o que o estado faz para munic\u00edpio licenciar garimpo&#8221;, diz Evaristo. &#8220;\u00c9 inacredit\u00e1vel dar licen\u00e7a sem ter a avalia\u00e7\u00e3o do impacto, sem as medidas mitigadoras e sem saber o que vai ser feito nas \u00e1reas degradadas.&#8221;<\/p>\n<div class=\"c-news__body\">\n<p style=\"text-align: center;\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6142\" src=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Acampamento-de-garimpo-abandonado-no-rio-Rato-Lalo-de-Almeida-Folhapress.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Acampamento-de-garimpo-abandonado-no-rio-Rato-Lalo-de-Almeida-Folhapress.jpg 768w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Acampamento-de-garimpo-abandonado-no-rio-Rato-Lalo-de-Almeida-Folhapress-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Acampamento-de-garimpo-abandonado-no-rio-Rato-Lalo-de-Almeida-Folhapress-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><em>Acampamento de garimpo abandonado no rio Rato &#8211;\u00a0<span class=\"widget-image__credits\">Lalo de Almeida\/Folhapress<\/span><\/em><\/p>\n<p>Dono de garimpo, fazendeiro, empreiteiro e ex-madeireiro, o prefeito de Itaituba, Valmir Climaco (MDB), \u00e9 um dos principais defensores da atividade. Ele assegura que, finda a explora\u00e7\u00e3o em um determinado local, a natureza se regenera em seguida.<\/p>\n<p>&#8220;A pessoa que fala que garimpo destr\u00f3i n\u00e3o diz a verdade&#8221;, diz Climaco, que migrou do Cear\u00e1 nos anos 1970.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6160\" src=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/mapa-garimpo-1.jpg\" alt=\"\" width=\"469\" height=\"543\" srcset=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/mapa-garimpo-1.jpg 469w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/mapa-garimpo-1-259x300.jpg 259w\" sizes=\"(max-width: 469px) 100vw, 469px\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&#8220;Todos sabemos que quem destr\u00f3i a Amaz\u00f4nia \u00e9 o desmatamento, e no garimpo n\u00e3o existe desmatamento. Voc\u00ea tira um barranco da beira de uma montanha, e cinco ou seis anos depois o mato j\u00e1 cobriu.&#8221;<\/p>\n<p>O emedebista afirma que, nos anos 1990, toda a economia girava em torno do garimpo, mas que agora esse percentual reduziu para at\u00e9 70% por causa da agropecu\u00e1ria e, mais recentemente, dos portos no Tapaj\u00f3s que embarcam a soja vinda de Mato Grosso.<\/p>\n<p>As d\u00e9cadas de explora\u00e7\u00e3o de ouro, no entanto, n\u00e3o se reverteram em melhorias socioecon\u00f4micas para Itaituba, autobatizada de &#8220;cidade pepita&#8221;, cujo hino oficial come\u00e7a com: &#8220;Os garimpos, as praias, a fonte&#8221;.<\/p>\n<p>Um exemplo \u00e9 o saneamento. De acordo com o Atlas Esgoto 2017 da ANA (Ag\u00eancia Nacional de \u00c1gua), 78,2% dos domic\u00edlios n\u00e3o t\u00eam coleta e tratamento de esgoto, percentual abaixo da m\u00e9dia nacional (26,3%) e do Par\u00e1 (65,6%).<\/p>\n<p>Climaco diz que o principal culpado \u00e9 a sonega\u00e7\u00e3o: &#8220;O munic\u00edpio produz duas toneladas, n\u00f3s s\u00f3 recebemos o imposto de 350kg de ouro, ent\u00e3o h\u00e1 grande contrabando de ouro, e eu tenho batido pesado nisso, fiz j\u00e1 v\u00e1rias den\u00fancias&#8221;.<\/p>\n<p>Dono de um garimpo \u00e0s margens do rio Rato, Luis Pinheiro explora ouro dentro dos limites da Floresta Nacional (Flona) Itaituba 1.<\/p>\n<p>Pai de 14 filhos, ele conta com a ajuda de tr\u00eas deles na busca do ouro, al\u00e9m de empregar dez garimpeiros.<\/p>\n<p>Apesar de estar prestes a completar 70 anos e de ser dono de uma PC, que custa em torno de R$ 500 mil, Pinheiro trabalha afundado na lama com os garimpeiros. Cada um recebe 16% da produ\u00e7\u00e3o, al\u00e9m da alimenta\u00e7\u00e3o e da cobertura de outras despesas. Todos dormem em redes armadas dentro de barracos.<\/p>\n<p>Para Pinheiro, trata-se da \u00fanica alternativa na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;Qual empresa que tem aqui? Ro\u00e7a \u00e9 proibido, n\u00e3o pode desmatar. Na fazenda, n\u00e3o tem servi\u00e7o. Os brasileiros dessa regi\u00e3o s\u00e3o todos analfabetos. E, quando tem uma sabedoria, n\u00e3o tem emprego. Vai pra onde? Pro garimpo.&#8221;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-6148\" src=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Homens-trabalham-em-garimpo-no-rio-Rato-afluente-do-rio-Tapaj\u00f3s-Lalo-de-Almeida-Folhapress.jpg\" alt=\"\" width=\"768\" height=\"512\" srcset=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Homens-trabalham-em-garimpo-no-rio-Rato-afluente-do-rio-Tapaj\u00f3s-Lalo-de-Almeida-Folhapress.jpg 768w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Homens-trabalham-em-garimpo-no-rio-Rato-afluente-do-rio-Tapaj\u00f3s-Lalo-de-Almeida-Folhapress-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/Homens-trabalham-em-garimpo-no-rio-Rato-afluente-do-rio-Tapaj\u00f3s-Lalo-de-Almeida-Folhapress-500x333.jpg 500w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><em>Homens trabalham em garimpo no rio Rato, afluente do rio Tapaj\u00f3s &#8211;\u00a0<span class=\"widget-image__credits\">Lalo de Almeida\/Folhapress<\/span><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Colaborou\u00a0Monica Prestes, de Manaus<br \/>\nA viagem dos rep\u00f3rteres foi custeada pela Rainforest Foundation Norway (RFN)<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Fonte:<\/strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/temas.folha.uol.com.br\/projeto-amazonia\/garimpo\/garimpos-no-para-adotam-escavadeiras-e-amplificam-destruicao.shtml\">https:\/\/temas.folha.uol.com.br\/projeto-amazonia\/garimpo\/garimpos-no-para-adotam-escavadeiras-e-amplificam-destruicao.shtml<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Leia a not\u00edcia em PDF<\/strong>:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.raisg.org\/wp-content\/uploads\/2018\/09\/FSP-Com-retroescavadeiras-garimpos-em-rios-do-Par\u00e1.pdf\">FSP-Com retroescavadeiras garimpos em rios do Par\u00e1<\/a>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 50 anos buscando ouro na bacia do rio Tapaj\u00f3s, o maranhense Luis Pinheiro, 69, \u00e9 parte da engrenagem que sustenta h\u00e1 d\u00e9cadas Itaituba, munic\u00edpio de 101 mil habitantes do oeste do Par\u00e1. Acostumado a passar meses sem pisar na cidade, \u00e9 taxativo: &#8220;Todo mundo no Brasil \u00e9 garimpeiro&#8221;.<br \/>\nPraticada desde o final dos anos 1950 na regi\u00e3o, a atividade sofreu uma revolu\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos com a introdu\u00e7\u00e3o das PCs (retroescavadeiras hidr\u00e1ulicas), m\u00e1quinas com poder de destrui\u00e7\u00e3o v\u00e1rias vezes maior do que os m\u00e9todos usados anteriormente.<\/p>\n","protected":false},"author":11,"featured_media":6154,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-6161","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-radar","category-1","description-off"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6161","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/11"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6161"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6161\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":6194,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6161\/revisions\/6194"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6154"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6161"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6161"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.raisg.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6161"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}